BeFly, resultado da união de Flytour e Belvitur, vai oferecer crédito a franqueados e agências de viagens

BeFly, resultado da união de Flytour e Belvitur, vai oferecer crédito a franqueados e agências de viagens: A BeFly — holding resultante da compra da Flytour, uma das maiores empresas de viagens corporativas do país, pela mineira Belvitur, em outubro — se prepara para abrir o “A gente credita”. O programa foi desenvolvido para oferecer empréstimos a franqueados do grupo, devendo entrar em operação até o dia 15 de dezembro.

— Contamos com um fundo que temos usado para fazer aquisições no mercado. E vamos utilizar parte dos recursos para ajudar quem trabalha conosco. O turismo foi fortemente afetado pela pandemia, o movimento corporativo já cai em Natal e Ano Novo e muitos negócios precisam de recursos para pagar 13º, abrir franquias ou ter capital de giro. Está faltando crédito —

explica Marcelo Cohen, CEO da BeFly.

O programa deve alcançar entre 500 e 700 agências de viagens, estima ele, com empréstimos com valores de R$ 15 mil a R$ 35 mil por empresa. Podem solicitar recursos franqueados da Flytour, que são 80 unidades no país, e da Vai Voando, outras 300, também parte do grupo.

Conheça o programa “A gente credita” no site: https://www.agentecredita.com.br/

— Há agentes de viagens e empresários querendo abrir uma franquia e não têm condição. Nós queremos triplicar nosso número de franquias em 24 meses. A análise dos candidatos a crédito será pelo currículo —

diz Cohen.

Como o grupo conta também com uma consolidadora, que é o braço de venda de passagens aéreas, agências que compraram bilhetes com a Flytour até outubro também são elegíveis ao crédito. Na ponta, ele funciona como um fomento mercantil: a Befly compra crédito futuro das agências, recurso depois reposto pelas tomadoras.

A correção será feita pelo CDI, com prazo de pagamento de 18 a 24 meses, dependendo do perfil da agência de viagens.

— Queremos ajudar o cliente, inclusive os que estão negativados, mas em dia conosco, porque são os que mais precisam —

afirma o executivo.

Fonte: O Globo

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